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O presente projeto contempla o desenvolvimento de um modelo piloto para cálculo da “Pegada de Carbono”, alinhado à realidade dos agricultores associados à COAPAV e da cooperativa como empreendimento.
O objetivo central é estruturar, com base técnico-científica, ferramentas digitais de registro, organização e análise que contribuam para a redução de custos, fortalecimento da gestão, ampliação da inclusão digital dos cooperados e inovação ambiental. A proposta visa medir, monitorar e acompanhar as emissões de carbono das propriedades e da cooperativa, mantendo as atividades produtivas alinhadas às diretrizes de sustentabilidade em âmbito regional, estadual e nacional.
Conforme previsto no projeto aprovado, foram definidas 07 Unidades de Referência distribuídas em locais estratégicos, representando diferentes realidades produtivas. O levantamento de dados para elaboração da “Pegada de Carbono” é realizado conforme as especificidades de cada propriedade, além da construção do inventário geral da cooperativa.
O projeto já se encontra em andamento. As sete Unidades de Referência para o cálculo da Pegada de Carbono já foram identificadas e selecionadas, tendo iniciado o processo de conversão agroecológica, que servirá como base prática para o monitoramento dos indicadores ambientais ao longo do tempo.
Paralelamente, a cooperativa está em fase de diagnóstico e levantamento de dados institucionais, com ênfase na análise de sua logística, consumo de combustíveis e gasto energético — etapas essenciais para a construção do inventário de emissões.
As calculadoras e ferramentas digitais que darão suporte ao monitoramento estão sendo pré-dimensionadas, buscando adequação à realidade operacional da cooperativa e de seus cooperados, garantindo viabilidade técnica, simplicidade de uso e confiabilidade nos resultados.
O cálculo inicial, denominado Pegada – Tempo Zero, estabelece a linha de base do projeto. Ao final do primeiro e do segundo ano serão realizadas novas medições (Tempo Um e Tempo Dois), permitindo análise evolutiva dos indicadores e avaliação da eficiência das estratégias adotadas.
As capacitações ocorrem de forma contínua, possibilitando a participação ativa dos produtores no processo. Após a consolidação dos resultados nas Unidades de Referência, o modelo poderá ser replicado aos demais cooperados interessados, ampliando o impacto ambiental, técnico e organizacional do projeto.